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11/01/2018 10h48

Município decreta emergência pela segunda vez e aguarda ajuda

Campo Grande News


Veículo com dificuldade de passar por uma das avenidas principais da cidade (Foto: Divulgação/Defesa Civil)

Município de Eldorado, distante 447 quilômetros de Campo Grande, publicou um novo decreto de emergência, na manhã desta quinta-feira (11), por conta dos estragos causados pela chuva na cidade.

Por conta das chuvas intensas que atingem a cidade desde outubro, de acordo com a Defesa Civil, ruas foram alagadas, pontes destruídas e estradas ficaram esburacadas. No primeiro dia de novembro do ano passado, o município chegou a decretar emergência pela primeira vez, mas segundo o coordenador municipal da Defesa Civil, Wilson Duarte, nenhuma resposta por parte do Governo Federal foi recebida.

"A gente espera que, com esse novo decreto, o município agora tenha mais ajuda do Estado e do Governo Federal. Até porque daqui uns dias as aulas retornam e, se continuar assim, teremos problemas", afirmou Wilson.

Ainda segundo ele, um levantamento minucioso foi realizada por toda a cidade e foi identificado a necessidade de complementação do agravante, por conta dos novos estragos desde a publicação do primeiro decreto.

Na avenida Portugal, por exemplo, extensão da rodovia MS-295, a chuva abriu crateras e deixou a pista praticamente intransitável. Apenas veículos leves passam pelo local. "A cidade precisa de um sistema de drenagem melhor, mas o município ainda não teve condições de providenciar isso", ressaltou Valter.

Outra preocupação na cidade é com os rios Iguatemi e Paraná, que mesmo estando em níveis considerados normais, com a previsão de mais chuva para a região, eles podem voltar a subir.

Rios no Estado - De acordo com a Defesa Civil Estadual, o nível de todos os rios de Mato Grosso do Sul é considerado normal. Mas, como a previsão é de mais chuva no Estado, equipes continuam em alerta em municípios como Coxim, Aquidauana, Miranda e Bela Vista.

Sobre Eldorado, o técnico da Defesa Civil estadual, Valter Antunes, afirmou que a situação na cidade fica pior por conta dos primeiros estragos. "Eles já vinham enfrentando problemas com pontes que caíram e dutos que foram levados, desde o ano passado, então qualquer probleminha a mais se torna preocupante. O solo por lá é muito complicado e os buracos que se abrem são tapados com a terra do local que, quando chove, acaba sendo levada tudo de novo", afirmou.




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