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10/03/2018 08h50

Desaparecido, Jhon foi morto pelo PCC e corpo foi encontrado há 15 dias

Midiamax


Foto: Divulgação

Desaparecido desde o dia 14 de fevereiro no Bairro Zé Pereira, em Campo Grande, John Hudson dos Santos Marques, de 27 anos, foi encontrado decapitado no dia 22 do mesmo mês, em uma estrada vicinal entre o distrito de Indubrasil e terenos. No entanto, a confirmação veio apenas nesta sexta-feira (9) depois de equipe que conduz a investigação prender um jovem de 19 anos, conhecido como “BMW”, que confessou ter participado e indicou o lugar onde o crime aconteceu. No local, os policiais descobriram que o corpo já havia sido encontrado e levado por equipe da Polícia Civil de Terenos.

De acordo com informações do Boletim de Ocorrência, “BMW” já vinha sendo investigado pelo homicídio e, por volta das 17h30, foi abordado por equipe da polícia na casa onde se escondia no Bairro Aero Rancho. De início, ele afirmou que sabia que estava sendo procurado e confessou participação na morte de Jhon.

Na casa, os investigadores encontraram uma sacola com 87 papelotes de maconha e 4 de cocaína. Ele assumiu ser dono da droga e indicou aos policiais o local onde estaria a arma utilizada para matar Jhon, um barraco no local conhecido como favela do Mário Covas.

Lá, equipe encontrou um revólver calibre 38 sem munição, balança, cinco celulares e porções de maconha e pasta base. De acordo com o rapaz, o revólver havia sido usado na morte da vítima e que o local era usado para esconder armas e drogas para a facção criminosa PCC.

Ele contou ainda que estava trabalhando para um homem conhecido como Edinho e que este teria participado diretamente do homicídio.

A morte

O suspeito contou que outros autores identificados como “Apolo”, “Piranha” e “Sincero” ficaram encarregados de sequestrar a vítima e o levar para a cantoneira, local utilizado para cárcere. O local teria sido arranjado por outro suspeito, o “Dimenor”.

“BMW” detalhou que no dia do crime recebeu a ligação de um interno do presídio e integrante do PCC, dizendo que precisava de um revólver emprestado pois estava com um “lixo”, nome usado pelos membros da facção para se referir aos integrantes do grupo rival, o Comando Vermelho.

Momentos depois, ele teria se encontrado com “Piranha”, “Sincero”, “Apolo” e “Coringa”, que já estavam com a vítima em um veículo Gol e seguiram para a cantoneira. Lá, encontraram com “Dimenor”, “Bugre” e outras pessoas que contou não se lembrar.

Para a polícia “BMW”afirmou que Jhon passou por interrogatório que durou algumas horas, e após isso veio a ordem para que ele fosse morto. Então, os suspeitos levaram a vítima até uma estrada vicinal entre o distrito de Indubrasil e a cidade de Terenos. Lá, Sincero teria atirado em Jhon, e em seguida, Coringa teria o decapitado com uma faca.

Equipe de investigação foi até o local onde o corpo foi deixado e de imediato loclaizou uma caixa de luvas descartáveis, como não encontraram o corpo, perguntaram a um morador, que revelou por na manhã do dia 22 de fevereiro, uma semana depois do desaparecimento da vítima, localizou um corpo decapitado e acionou a polícia.

Segundo o morador equipe da polícia Civil de Terenos teria ido até o local e retirado o corpo.




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