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US$ 1,1 bilhão. Este foi o valor da fatura do cartão de crédito da Ford nos últimos quatro anos. A conta -- apenas uma de outras que ainda estão para vencer -- inclui investimento em nova plataforma, quatro anos de pesquisa de produto e estudo de mercado, salário de engenheiros e especialistas de todos os cantos do planeta e combustível para milhões de quilômetros de testes.
Tudo isso para chegar à nova geração da Ford Ranger, integrante do projeto de produção de carros globais da marca, conhecido como One Ford. A picape é o terceiro carro da família de "mundiais" a desembarcar no Brasil -- dois anos depois do New Fiesta Sedan e um ano após o lançamento do hatch.
Ela tem o mesmo tipo de construção nos três continentes onde é produzida (Ásia, África e América do Sul, mais especificamente na Argentina) e, segundo a Ford, se baseia em três "pilares" para alcançar seus objetivos: "potência com eficiência", "robustez" e "segurança".
No Brasil, a meta é clara: contragolpear e expulsar a líder Chevrolet S10 da liderança entre as picapes médias, após a GM ter usado a mesma tática globalizada em abril, ao lançar a nova geração do modelo (concebida no Brasil). Com isso, a rixa que perdura desde 1995 -- quando as duas picapes foram lançadas no país -- só deve aumentar. A Ranger vem preparada: chega às lojas em agosto com três anos de garantia.