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Caarapó

Caramujo africano preocupa moradores do bairro Santo Antônio

Moradores estavam acompanhado do vereador Mário Valério (PR)

| CAARAPONEWS


Por Silmara Diniz

Um grupo de moradores do Bairro Santo Antônio procurou a reportagem do CaarapoNews para reclamar da incidência de caramujo africano no local, que fica no final da Avenida Fernando Correa da Costa, próximo à Madeireira Zamuner.
 

De acordo com os moradores, que na oportunidade estavam acompanhados do vereador Mário Valério, a existência de muros e a limpeza dos quintais não estão contendo a proliferação do caramujo, já que nem todas as pessoas colaboram.
  “A gente não pode plantar nada nos quintais e não adianta ter muro, alguns proprietários de casas e estabelecimentos não fazem sua parte e está cada dia pior a incidência dos bichos”, comentaram.
  Ainda na ocasião, o grupo mostrou ao CaarapoNews centenas de caramujos recolhidos, que mais tarde seriam enterrados. “Isso aqui é só uma amostra da grande quantidade de caramujo africano que tem por aqui. Além do perigo do próprio caramujo, se a gente não enterra as conchas, existe a possibilidade da proliferação do mosquito da dengue”, falou Mário Valério.

Outro local que nossa reportagem recebeu reclamação sobre o mesmo problema é na Rua Mato Grosso, em um terreno localizado próximo a uma empresa de Materiais para Construção.
  A principal atitude a ser tomada para evitar o caramujo africano é a limpeza dos quintais. “O acúmulo de folhas e de entulhos, como pedaços de madeira e tijolos é um convite aos caramujos, porque eles gostam de lugares úmidos e sem sol”, explica o diretor do Departamento de Vigilância Sanitária, Osvaldo Lupinetti.
  Para os caarapoenses que usam as folhas que caem no quintal como adubo, Lupinneti recomenda que sejam feitas valetas onde as folhas possam ser enterradas. “O problema são as folhas ficarem em cima do solo, então se o morador quer usar as folhas como adubo orgânico mais adiante, o conselho é que essas folhas sejam enterradas”.
  Se o quintal já estiver infestado, a Vigilância Sanitária aconselha que a limpeza do local seja feita normalmente e nos caramujos vivos o morador pode jogar cal ou sal. Com luvas, depois de mortos os caramujos, as conchas devem ser recolhidas e colocadas em um saco plástico e irem para o lixo comum.
  “Conforme Lei Municipal, cada proprietário tem a responsabilidade de manter limpo seu terreno. A Vigilância faz o aconselhamento, avisa a pessoa sobre seu dever e o cuidado deve ser maior nessa época, porque com muitas chuvas, o mato cresce muito mais, o que aumenta as chances do caramujo africano aparecer”, afirmou Lupinetti ao CaarapoNews.
  Osvaldo Lupinetti disse ainda que já existe no mercado veneno específico para o combate ao caramujo e que apenas pessoalmente a Vigilância faz recomendações aos caarapoenses, para evitar o contato de crianças com o veneno, por exemplo. Maiores informações podem ser obtidas no Departamento de Vigilância Sanitária, através do telefone 3453-1705.


 

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