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TJ mantém expulsão de policiais acusados de corrupção

| CAMPO GRANDE NEWS


A Seção Criminal do TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) negou recurso a três soldados da Polícia Militar, que foram expulsos pela Justiça após serem condenados por corrupção. Os desembargadores negaram o agravo para evitar perda de posto e patente dos oficias e graduação de praças.


Os soldados da PM Antônio Vieira da Silva, Edson José Pereira e João Batista recorreram contra a condenação, em fevereiro do ano passado, pelo TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). Na época, os magistrados determinaram a exclusão dos soldados da corporação.


A exclusão dos três da PM foi solicitada pelo MPE (Ministério Público Estadual), depois de 20 a 25 anos de carreira na PM. Silva recebeu 13 elogios individuais e coletivos ao longo da carreira, Pereira nove e Batista, oito.


A condenação – O crime ocorreu em 18 de março de 2005. Às 8h30 da manhã, os três policiais militares exigiram R$ 5 mil de Antônio Marcos Winck para não comunicar o caso de uma D-20 roubada e outros crimes ao DOF (Departamento de Operações de Fronteira) e à Polícia Federal.


Eles foram condenados pela Auditoria Militar. Edson José Pereira e Antônio Vieira da Silva receberam a pena de três anos e um mês de reclusão em regime fechado, enquanto João Batista teve o agravante de ameaça, recebendo a sentença de três anos e seis meses.


Após a condenação, o MPE pediu a expulsão dos três da corporação. O pedido foi acatado pelo TJ/MS. Eles recorreram e o pedido foi negado, de novo, hoje.


Um magistrado chegou a optar pela aposentadoria compulsória dos três, considerando-se o tempo de carreira na PM e os elogios recebidos. No entanto, prevaleceu o voto do relator Carlos Eduardo Contar.
 

 

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