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Caarapó

Caso BB: Comandante da PM fala a respeito do suposto envolvimento de policial

A reportagem do CaarapoNews conversou com o comandante Marco Antônio Kobayachi

| CAARAPONEWS


Por André Nezzi

A reportagem do CaarapoNews conversou no final da tarde de sexta-feira (22), com o Comandante da Polícia Militar em Caarapó, tenente Marco Antônio Kobayachi, que assumiu o posto a pouco mais de 30 dias.
 

Na oportunidade, Kobayachi que está de férias, comentou a respeito do suposto envolvimento de um policial militar lotado em Caarapó, no furto a agência do Banco do Brasil local, no último dia 09 desse mês.
  Segundo o comandante, deve haver cautela ao apontar que esse ou aquele teve participação no crime, “por enquanto, ele é apenas suspeito, não podemos julgar e condenar uma pessoa sem que as investigações sejam concluídas”, argumentou.
  Ainda segundo Kobayachi, o comando da Polícia Militar tomou todas providências cabíveis até agora, que era afastar imediatamente o policial de Caarapó e também abrir um inquérito militar para apurar o que realmente ocorreu naquela data.
  “Até agora o que se tem contra ele, é o envolvimento com a moça, que estava com o dinheiro que pode ser oriundo do furto. Conversei pessoalmente com o policial e ele se mostrou bastante indignado também. Não podemos nos precipitar”, observou o tenente.
  O comandante afirmou que está a par das investigações desde o seu início e que se ficar comprovada a participação do policial, ele será punido exemplarmente. “Agradeço aos policiais civis que desde o início me colocou a par do caso. Mesmo de férias, fui com eles na residência do policial, e a população caarapoense pode ter certeza que vamos apurar o caso com rigor e se ficar caracterizado a participação do nosso soldado ele será punido exemplarmente”.
  Kobayachi disse que os policiais militares de Caarapó estão chateados, assim como ele, mas que todos têm a consciência tranqüila, de dever cumprido perante a sociedade. “Mesmo se for comprovada a participação do policial, a PM continuará de cabeça erguida, pois, não se deve julgar toda uma instituição por um caso isolado, se é que ele ocorreu”, disse.
  Finalizando, o comandante da PM em Caarapó voltou a frisar que até as investigações serem concluídas, ninguém deve ser julgado ou condenado por “achismo”. “Assim como a Polícia Civil, a Polícia Militar também está investigando o caso, e é a maior interessada em esclarecer tudo o mais rápido possível, porém, sem cometer injustiças”, concluiu Kobayachi.

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