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tragédia

Acidente com ônibus no Peru mata 16 e deixa casal de MS ferido

| CAMPO GRANDE NEWS


Ônibus ficou destruído após capotar e se chocar com minivans à beira da estrada (Foto: Divulgação)

Casal de sul-mato-grossenses está entre os 50 feridos em acidente envolvendo ônibus que matou 16 pessoas em Arequipa, no Peru, nesta segunda-feira (6).

Conforme informações divulgadas por amigos do casal em redes sociais, um dos feridos, uma mulher, foi transferida, de avião, de Nazca para hospital em Lima. A mãe da mulher viajou para a capital peruana.

Segundo familiares, ela passa por cirurgias para estabilizar fraturas. Seu estado de saúde é estável e fora de perigo de morte.

O casal sul-mato-grossense vive em São Gabriel do Oeste, distante 140 quilômetros de Campo Grande.

Em relato de rede social, o homem afirma que não sofreu ferimentos graves. Ele contou que ajudou no resgate à companheira.

O Itamaraty confirmou três brasileiros entre os feridos, mas não revelou origem ou demais informações sobre as vítimas.

Acidente - O acidente aconteceu no distrito de Yauca, província de Caravelí, localizada no departamento de Arequipa. O ônibus, da empresa Cruz del Sur, partiu de Lima rumo à cidade de Arequipa quando, em curva, capotou e bateu em minivans estacionadas à beira da rodovia Panamericana Sur.

Segundo informações prestadas pela Sutran (Superintendência de Transporte Terrestre de Pessoas) à imprensa peruana, o ônibus estava a 106 km/h momentos antes do acidente. Por se tratar de uma zona urbana, o limite de velocidade no local onde o veículo capotou é de 35 km/h.

Sobrevivente, o motorista do ônibus disse à polícia local que teve problemas no freio. O diretor da empresa de transporte responsável pela linha rebateu a informação, pois, segundo ele, o veículo era novo.

Hoje, a Sutran suspendeu temporariamente as atividades da Cruz del Sur.

Ainda conforme a imprensa do Peru, duas turistas alemãs estão entre os 16 mortos no acidente. Quatro dos que faleceram ainda não foram identificados.

Inicialmente, os feridos foram atendidos nos hospitais de Nazca e Ica. Oito acabaram transferidos para Lima.

 


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