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Amazon pede desconto em patrocínio, e negociação com o Fla congela

| ESPN


Rodolfo Landim, presidente do Flamengo. Foto: Gazeta Press

O Flamengo considerava como avançada a negociação com a Amazon no período pré-pandemia do novo coronavírus. As conversas estacionaram com a crise e foram retomadas recentemente, mas há um empecilho: a gigante global do e-commerce sinaliza com um valor 30% menor do inicialmente acordado. O Flamengo não aceita a nova imposição da empresa e as negociações para o principal espaço do uniforme rubro-negro estão congeladas.

A ideia era de que a Amazon ocupasse o local do BS2 logo após a saída do banco, no dia 30 de junho.

O acordo com a companhia estadunidense estava alinhado para 12 meses, com possibilidades de extensão futura.

O valor girava em torno de R$ 38 milhões pelo período, mas há variáveis que poderiam mudar o montante ao longo do contrato.

Rodolfo Landim, presidente do Flamengo Gazeta Press
De qualquer maneira, o pedido de 30% de corte não agradou os rubro-negros, que observam o mercado com mais atenção.

O entendimento é de que ainda que o momento da economia global seja complicado, a Amazon é uma exceção: a empresa viu suas ações baterem recorde em abril com o aumento da demanda por compras eletrônicas no meio da pandemia.

O valor da empresa chegou à casa de US$ 1,14 trilhão.

Em maio, o BS2 oficializou a rescisão do acordo de R$ 15 milhões válido até o fim do ano pelo espaço nobre da camisa.

O valor da rescisão foi de R$ 2 milhões.


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