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Dois são presos por assassinar jovem encontrado com mãos e pés amarrados

Para a polícia, um detalhou que um presidiário ordenou que ele levasse Vinicius até uma casa da Rua Diogo Alvares, no Jardim Tijuca

| CAMPO GRANDE NEWS


Os dois suspeitos foram presos e levados a DEH (Foto: Divulgação)

Policiais do Batalhão de Choque prenderam dois homens por envolvimento no assassinato de Vinicius de Souza e Silva, de 21 anos, encontrado com pés e mãos amarrados e vários ferimentos no peito, em uma área de mata do Loteamento Rancho Alegre, em Campo Grande, na sexta-feira (10). O jovem foi julgado e executado pelo Tribunal do Crime do PCC (Primeiro Comando da Capital).

Vinicius estava desaparecido desde o dia 5 de julho. Seu corpo foi encontrado cinco dias depois, próximo a uma trilha, há aproximadamente 50 metros do cercado de uma área de mata da região. Ele estava amarrado e apresentava seis perfurações de tamanhos diferentes no peito, conforme perícia preliminar. O rapaz foi reconhecido pela família graças a uma tatuagem no braço.

Na noite de ontem, policiais do Choque receberam informações de que os autores do crime estavam escondidos em uma casa no Conjunto Residencial Estrela do Sul. No endereço encontraram os dois suspeitos, identificados pela reportagem como Willian da Silva Rampagni de Moraes, de 18 anos e Josiel Carneiro de Souza, de 28 anos.

Os policiais descobriram que os dois estavam no local desde que as investigações do desaparecimento de Vinicius começaram. Willian, conhecido como Lacoste, confessou o crime.

Para a polícia, detalhou que um presidiário ordenou que ele levasse Vinicius até uma casa da Rua Diogo Alvares, no Jardim Tijuca. Para isso, ele contou com ajuda de Josiel. Os dois mantiveram o rapaz em cativeiro até um terceiro integrante da facção aparecer. Ele foi identificado apenas como “Terror da Capital”.

Foi ele, segundo relato dos dois presos, que matou Vinicius com várias facadas. Outros suspeitos participaram do crime e ajudaram a retirar o corpo da casa após o assassinato. Alguns já foram identificados pela polícia, mas ainda não foram encontrados. O caso é investigado pela DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crime de Homicídio) e segue em investigação.


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