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Lâmpadas podem ter causado curto-circuito em incêndio no Atacadão

| CORREIO DO ESTADO


Entrada do local destruída. (Foto: Reprodução)

Depois de queimar por mais de 24 horas, as investigações sobre o incêndio no Atacadão da avenida Duque de Caxias último domingo, 13, estão apenas começando.

Segundo o delegado titular da 7ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande, Bruno Henrique Urban, nenhum cenário é descartado até aqui. “É possível que tenha sido um curto, no Atacadão existem luzes entre as prateleiras para iluminar os produtos, mas ainda não sabemos”. 

Para ele, é preciso “analisar bem as imagens captadas pelas câmeras internas para tirar qualquer dúvida e considerar também o que é possível observar”. O delegado diz isso porque não eram todos os corredores cobertos por câmeras de segurança.

De acordo com Bruno Henrique Urban, os locais que continham itens mais caros, tinham melhor cobertura, e corredores com itens mais baratos continham um ou nenhum equipamento de vigilância.

O delegado afirma que a investigação já coletou depoimentos dos 13 servidores envolvidos no combate às chamas, do Gestor de Administração e do de setor da loja, além do Chefe Geral do Atacadão no Brasil.

A polícia Civil tem ainda mais 30 dias para concluir o inquérito, mas se o prazo não for suficiente pode ser estendido. “Estamos com as imagens que circularam na internet e do circuito de segurança, relatórios, alvarás e boletins do Corpo de Bombeiros e os depoimentos. Vamos juntar tudo e analisar em uma equipe multidisciplinar para dar o parecer final”, finaliza.


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