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Política

Para Marisa, candidatura de Zeca do PT não é irreversível

| MIDIAMAX


Na avaliação da senadora Marisa Serrano (PSDB) o cenário eleitoral em Mato Grosso do Sul ainda está indefinido. Em mensagem postada em sua página pessoal no microblog Twitter ela pôs em dúvida a candidatura de Zeca do PT. “Em MS, o palanque para este ano está indefinido. Não dá para confiar na irredutibilidade da candidatura do Zeca do PT”, escreveu.

Marisa também pode ser candidata ao governo do Estado. Tudo depende da decisão do governador André Puccinelli (PMDB). Se ele apoiar o tucano José Serra à presidência de Serra, Marisa e o PSDB se aliam a André. Porém, o governador fechar com a petista Dilma Rousseff, a senadora entrará na disputa pelo governo.

O apoio de André à Dilma implica necessariamente na desistência de Zeca do PT em concorrer. O governador tem repetido que não haverá dois palanques para a petista no Estado, ou será o Zeca ou o dele.

Outro assunto que a senadora comentou via Twitter foi a boataria de compromisso entre Delcidio do Amaral (PT) e Waldemir Moka (PMDB). Na análise da senadora, se isso se confirmar “fica inviável qualquer outra candidatura na coligação do PMDB”.

Assim, o vice-governador Murilo Zauith (DEM) que pretende concorrer ao Senado na chapa do governador não teria qualquer chance. Disputaria apenas para cumprir tabela já que há apenas duas vagas abertas ao Senado.

O comentário de Marisa postado pouco depois da repercussão da possível dobradinha “Delcídio-Moka” nos sites de notícia aponta que tal situação pode ser mais um motivo para o BDR (Bloco Democrático Reformista), composto por PSDB, DEM e PPS buscar caminho próprio desvencilhado de André.

Ontem, ao ser questionado sobre a dobradinha, Delcídio não confirmou o “casamento” com Moka, mas mencionou que em 2002 já fez uma dobradinha bem sucedida com o PMDB. “Naquela eleição eu dobrei com o Ramez”, lembrou.


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