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Caarapó

Dia das mães: como surgiu?

Caarapoenses comentam a data e a alegria em ser mãe

| CAARAPONEWS


Por José Carlos

No Brasil e no mundo comemoram-se o dia de muitas datas, e uma delas é o conhecido Dia das Mães. O Caaraponews fala um pouco sobre esta data que é das significativas no calendário mundial.
 

De acordo com informações de Eli Silva, não é à toa que o dito popular "mãe é uma só”, vem sendo utilizado há muito tempo, pois desde a Grécia Antiga os gregos, toda a primavera, celebravam em honra de Rhea, a mãe dos Deuses. Em 1600, surgiu o chamado "Mothering Day" para que as mães da Inglaterra pudessem ser honradas, fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
  Em 1907, Ana Jarvis, da Filadélfia, iniciou uma campanha para estabelecer o Dia das Mães nacional. Ela sugeriu celebrar a data no segundo aniversário da morte de sua mãe, um segundo domingo do mês de maio. Ana Jarvis e seus apoiadores firmaram-se no propósito de estabelecer o Dia das Mães nacional. Sua campanha prosperou e, em 1911, o Dia das Mães foi celebrado em quase todos os Estados.
  Finalmente, em 1914 o então presidente norte-americano Woodrow Wilson decretou oficialmente o Dia das Mães como um feriado nacional, fixado no segundo domingo de maio de cada ano.
  Já no Brasil, segundo a Wikipédia, o primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, em 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
    Ser mãe
Para a senhora Almira Ferreira dos Santos (72), ser mãe é uma dádiva de Deus, é algo inexplicável, só sendo para saber. “Eu tive 10 filhos, sendo que oito sobreviveram e estão vivos até hoje graças a Deus. Na minha época era tudo diferente em relação aos dias de hoje, tive todos na base da parteira, às vezes sofríamos demais, mas a alegria de vê-los vivos supera qualquer problema”, falou.

  “Um dos melhores momentos da minha vida é quando vejo um filho meu entrando de casa adentro, hoje a maioria são casados, e quando chegam os netos a alegria é maior. A mulher em si ela é mais emoção, os filhos crescem, casam, às vezes vão embora, mas ela está sempre preocupada, para a gente eles parecem que são eternos bebês”, finalizou.

  Já a futura mamãe Angela Cristina Diniz Bezerra relata sua atual experiência de estar grávida, dizendo ser um sonho antigo e realizado por Deus na lua-de-mel, quando o casal menos esperava. Sua filha se chamará Ana Luiza e segundo ela, é a maior alegria de sua vida, “uma dádiva divina, o melhor presente de Deus, uma emoção ímpar”.

  Segundo Maria Aparecida Garcia da Rosa Matos, mãe educadora social do Centro Educacional Marie Ariane de Caarapó (Cema), ser mãe não tem explicação, o amor de mãe algo muito profundo. “Tenho três filhos biológicos e cuidamos de mais 23 que estão sob nossa responsabilidade, e o que sinto por todos eles é algo indescritível. Mãe é sinônimo de cuidar, carinho, proteção. Ser mãe é dizer sim, mas também saber dizer não, principalmente nos dias em que vivemos. O não significa também amor, preocupação, vigilância, principalmente numa época tão difícil como estamos vivendo.

  Com relação à taxa de natalidade em Caarapó, conforme informações da enfermeira Patrícia Gomes Katsuragi o município caarapoense tem mantido uma média muito boa nos três anos de mães que deram a luz. Em 2007 nasceram 465 crianças e em 2009 um total de 503 bebês.  

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