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Política

Zeca cita cinco nomes e pode definir vice na sexta-feira em Dourados

| MIDIAMAX


O pré-candidato ao governo do Estado Zeca do PT reiterou que prefere um vice de Dourados, considerando o “peso político e a importância econômica”. Em entrevista à rádio Grande FM, na manhã desta terça-feira (11), Zeca disse que Dourados foi “enxotada” da chapa do atual governador, André Puccinelli (PMDB), que não acomoda a postulação do atual vice-governador Murilo Zauith (DEM) ao Senado.  O locutor indagou se o ex-vereador José Carlos Cimatti (PSB) ou o presidente da Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores) Lauro Davi seriam “bons nomes” para vice. Zeca disse que sim, e acrescentou outros três nomes à lista: o ex-deputado Humberto Teixeira (PDT), o ex-prefeito José Elias Moreira e o professor Cláudio Freire (PSB), que já foi candidato a governador em 2002.
 

O pré-candidato deu duas dicas: prefere que seu companheiro de chapa seja de um partido “ainda não contemplado” na chapa. “O PT já tem eu e o Delcídio, o PDT tem o Dagoberto para o Senado. Portanto, no arco de alianças que estamos construindo, temos o PSB, o PV, o PCdoB, vamos buscar um nome que represente Dourados, talvez um nome do agronegócio”.
 

O anúncio pode sair já na sexta-feira. Zeca informou que viaja ao Rio de Janeiro, hoje, onde se reúne com empresários; à noite vai a Brasília para contatos com lideranças políticas, passa o dia da quarta-feira na Capital federal, e retorna a Campo Grande. Na quinta-feira viaja a Dourados para uma série de encontros com políticos e representantes de segmentos organizados.
 

“Vamos passar o dia em contatos, conversando com o ex-deputado João Grandão, o prefeito Tetila, o Zé Elias, o vereador Dirceu Longhi, Humberto Teixeira, pesquisando, sentindo, sondando. Quero me reunir também com a Associação Comercial, falar de minhas propostas. Estou propondo desmembrar a Seprotur, que eu criei, e criar a Secretaria do Agronegócio, da Indústria e Comércio e do Turismo. Também estou propondo reduzir o ICMS do combustível, acabar com o terror fiscal que voltou com o PMDB e rever o ICMS garantido.”
 

Zeca reafirmou que não vê problema em palanque duplo para Dilma Rousseff (um do PT e outro do PMDB) no Estado, embora não acredite que isso aconteça. Com relação ao suposto apoio do prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad, à candidata do PT à Presidência, Zeca acredita que seja uma “grande jogada”.
 

“Ele [André] usa o prefeito Nelsinho para dizer, olha, uma parte do PMDB apóia a Dilma aqui, então o Lula não pode vir aqui. Enquanto isso ele faz acordo com o PSDB, o DEM e o PPS. Já levei esse intento à direção do PT, espero que o presidente Lula esteja aqui, porque temos todas as chances de vencer, de governar com pluralidade”, finalizou.


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