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Política

Murilo decidirá se aceita Edil Albuquerque como suplente

| CONJUNTURA ONLINE


O vice-governador Murilo Zauith (DEM) deve dizer nesta segunda-feira se concorrerá ao Senado nas eleições deste ano, enfrentando as candidaturas do senador Delcídio do Amaral (PT) e dos deputados federais Waldemir Moka (PMDB) e Dagoberto Nogueira (PDT).

De pouca expressão eleitoral, o vice-prefeito de Campo Grande, Edil Albuquerque (PMDB), foi indicado sábado como opção para ser o primeiro suplente de senador na chapa a ser possivelmente encabeçada por Murilo Zauith.

A indicação ocorreu durante reunião-almoço na casa do prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), da qual participam 18 vereadores que integram a base aliada.

À imprensa, o prefeito sentenciou após o encontro: “Se ele não aceitar eu lavo as mãos”.

Antes dessa opção, as principais lideranças políticas estaduais ligadas ao governador André Puccinelli lembram nomes como o da primeira-dama Antonieta Trad e do deputado federal Nelson Trad, que descartou totalmente a possibilidade de participar das eleições deste ano alegando não ser estepe do PMDB.

A maior preocupação do vice-governador é participar de uma eleição em desvantagem com Moka, tido como favorito dentro do grupo político de André Puccinelli para ocupar uma das vagas do Senado a que Mato Grosso do Sul tem direito.

Murilo teme ser atropelado nas urnas, embora sua participação na disputa é importante para as pretensões do governador, que precisa de um forte puxador de votos na região da Grande Dourados.

Apesar do imbróglio, o vice-governador conta com apoio do Bloco Democrático Reformista (PSDB, DEM, PPS), cujas lideranças já se manifestaram várias vezes a respeito do risco que o democrata corre se participar do pleito nessas condições.

A outra vaga do Senado seria de Delcídio do Amaral, conforme atestam as pesquisas de intenções de votos, embora o nome Dagoberto Nogueira surja em ascensão.


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