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Caarapó

Caarapó espera vacinar 2,5 mil crianças contra paralisia infantil neste sábado

Postos de vacinação vão funcionar entre 8h e 17h em todas as unidades de saúde

| ASSESSORIA


A Secretaria Municipal de Saúde de Caarapó tem a expectativa de vacinar 2.524 crianças menores de cinco anos contra paralisia infantil neste sábado, por ocasião da campanha nacional de vacinação antipólio. A informação é do Departamento Municipal de Vigilância Epidemiológica.
 

  Postos de vacinação vão funcionar entre 8h e 17h em todas as unidades de saúde dos bairros, no PAM, Praça Central e nos distritos de Cristalina e Nova América. Um grande staff de servidores da área de saúde está sendo mobilizado com o objetivo de atender rapidamente a população que procurar os locais de imunização no dia da campanha.
    Este ano, numa alusão à Copa do Mundo, o Ministério da Saúde adotou o slogan “Vacinou, é gol”, e tem a expectativa de imunizar 15.462.013 crianças, o equivalente a 95% das pessoas integrantes da faixa etária da campanha – com o objetivo de manter o Brasil na condição de país certificado internacionalmente para a erradicação da poliomielite. A segunda etapa da campanha será dia 14 de agosto.
    De acordo com a Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul, 195.733 crianças menores de cinco anos de idade deverão ser vacinadas no Estado. No Brasil, a meta é imunizar 14.668.912 crianças.
    A poliomielite, ou “paralisia infantil”, é uma infecção viral aguda, causada por um poliovírus. Sua porta de entrada é a boca, percorrendo o corpo através do sistema sanguíneo. Atualmente, a poliomielite é considerada uma doença erradicada no Brasil. Por isso, é fundamental que a vacinação ocorra com sucesso para manter esse quadro.
    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até maio deste ano foram registrados 237 casos de paralisia infantil no mundo. Desse total, 52 foram registrados em países considerados endêmicos na África e na Ásia. No Brasil, país onde a erradicação da doença foi certificada pela OMS em 1994, há mais de 20 anos não há registro de casos. O sucesso pode ser creditado às campanhas realizadas no País desde 1980.

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