Acusado de dar prejuízo de R$ 30 mil em comércio com golpe do 'falso Pix' é preso
Devido à habitualidade verificada na prática dos crimes, ao considerável prejuízo e à preservação da ordem pública
| DOURADOS NEWS
A Polícia Civil prendeu em flagrante na quinta-feira (13/7) em Campo Grande, um homem de 25 anos, pela prática do crime de estelionato, que vitimou uma loja de materiais de construção situada no bairro Rita Vieira. O estelionatário utilizou o golpe do “Falso Pix” e já havia feito diversas compras de materiais no estabelecimento comercial, totalizando um prejuízo de quase R$ 30 mil.
Para executar seu intento criminoso, o suspeito realizou algumas compras pagando em nome de terceiros e, em seguida, aproximou-se de um dos vendedores, ganhando sua confiança.
A partir desse momento, passou a fazer compras em nome do vendedor, enviando falsos comprovantes de transferências Pix em formato PDF, criados por meio de um aplicativo específico.
O proprietário da loja só percebeu os golpes sucessivos quando o vendedor informou sobre o último pagamento feito pelo “cliente” em 12 de julho, enviando o falso comprovante de transferência bancária. Ao constatar que o dinheiro não havia entrado na conta da empresa, o gerente verificou as outras transferências bancárias feitas pelo autor nas compras anteriores e constatou que nenhum dos pagamentos via Pix havia sido efetivamente realizado, resultando em um prejuízo acumulado de quase R$ 30 mil.
A equipe policial se dirigiu ao local de entrega da última compra, que já estava agendada, na rua João Alves Miller, 103, bairro Mata do Jacinto e o autor recebeu voz de prisão ao receber os materiais da última compra e confessou aos investigadores a prática de todos os crimes. Ele foi conduzido e autuado em flagrante delito, e responderá pelo crime de estelionato consumado.
Devido à habitualidade verificada na prática dos crimes, ao considerável prejuízo e à preservação da ordem pública, a Autoridade Policial representou ao Judiciário pela conversão da prisão em flagrante do autor em prisão preventiva. O preso aguarda audiência de custódia.



