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Marçal diz ser o melhor do PSDB nas pesquisas do partido para concorrer em Dourados

Anteriormente, ele também pontua que o presidente municipal do ninho, deputado estadual Zé Teixeira, já havia realizado o convite

| MIDIAMAX/MARIANE CHIANEZI E EVELIN CáCERES


Marçal Filho | (divulgação, Alems)

No páreo para concorrer às Eleições 2024 em Dourados pelo PSDB, o ex-deputado estadual Marçal Filho diz que pesquisas no município o apontam como melhor opção do partido para concorrer à prefeitura.

Ao Midiamax, Marçal afirmou que foi convidado a retornar à sigla pelo presidente do partido, o ex-governador Reinaldo Azambuja, e pelo governador Eduardo Riedel. Anteriormente, ele também pontua que o presidente municipal do ninho, deputado estadual Zé Teixeira, já havia realizado o convite.

“Minha candidatura vem da população de Dourados. Todas as pesquisas realizadas até agora, sem nenhuma contestação de possíveis adversários, apontam que o povo quer me entregar esse desafio de mudar a história de Dourados”, disse.

Maior colégio eleitoral do interior e segundo maior de Mato Grosso do Sul, Dourados conta com outros três pré-candidatos tucanos, sendo o deputado estadual Zé Teixeira, a deputada estadual Lia Nogueira e o deputado federal Geraldo Resende, que já afirmou manter a pré-candidatura ‘por resistência’.

Além deles, o vice-governador Barbosinha (PP), caso mude de legenda, também entra na lista de pré-candidatos para disputar as eleições a prefeito pelo ninho tucano. 

Na última semana, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gerson Claro (PP), confirmou a possibilidade da saída de Barbosinha do Progressistas. “Temos o compromisso da senadora Tereza Cristina com o Alan. Não tem jeito duas pessoas ocuparem o mesmo espaço, é uma lei da física. Mas ele com certeza é um excelente quadro e faremos esforços para manter no partido”, afirmou.

Zé Teixeira aposta nas pesquisas para Dourados
Além disso, Teixeira diz que pesquisas qualitativas e quantitativas vão definir quem vai disputar pelo PSDB. “Marçal é pré-candidato assim como o Geraldo Resende, que foi derrotado pela dona Délia [Délia Razuk]”, alfinetou.

No entanto, o deputado também confirmou a ida de Barbosinha para o grupo. “Barbosinha é parceiro do governo do Estado pelo PP, mas quer sair, não comunga com a atual administração do partido. Vai se filiar ao PSDB de MS ou algum partido aliado e vem para as pesquisas ver se é candidato também”, enumera.

Atualmente, o Partido Progressistas é comandado pela senadora Tereza Cristina em Mato Grosso do Sul.

“Quem decide é a opinião pública agora. O partido está de portas abertas. Dourados já elegeu Ari Artuzi, não deu certo. Barbosinha já tentou em Dourados, não deu certo. Não estamos exigindo o nome de ninguém. Não sou eu quem julgo, é a população. Eu já apoiei o Geraldo e o Barbosinha também”, finalizou Zé Teixeira.

Disputa em Dourados
“Mantenho minha candidatura como forma de resistência, de chamamento e apelo por esse debate”, afirmou o deputado federal Geraldo Resende (PSDB). A confirmação vem após convite para um ex-parlamentar integrar o ninho tucano e concorrer à Prefeitura de Dourados, pleiteada pelo deputado.

Para o deputado, a candidatura no município, distante 225 quilômetros de Campo Grande, deve ser definida por “uma disputa de projetos, não uma disputa de pessoas”. Assim, reforçou que a pré-candidatura se mantém “como uma forma de resistência até para a gente ter espaço, para que a gente mostre nosso posicionamento nesse tipo de construção”.

Resende ainda comentou sobre convites para a pré-candidatura tucana. “A gente tem lideranças muito expressivas, nomes de peso, não precisamos importar de outros partidos. Se nós temos hoje vários postulantes, nós não precisamos importar”, disse.

Na quarta-feira (28), o deputado estadual Zé Teixeira (PSDB) contou ter chamado o ex-deputado Marçal Filho para disputar as eleições em Dourados, a pedido do presidente estadual do partido, ex-governador Reinaldo Azambuja. O convite seria para que o ex-parlamentar disputasse pelo próprio PSDB.

Além disso, afirmou que o candidato deve ser definido pelas lideranças da cidade em questão. Para Resende, a candidatura “não pode ser imposta de cima para baixo e nem de lideranças que sejam, com todo respeito, da Capital. Tem que ser uma candidatura nascida e gestada na nossa cidade”.


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