PUBLICIDADE
Caarapó

Vereadores de Caarapó contrários a MP 415

Vereadores de Caarapó encaminharam expediente a deputados e senadores para que intervenham junto ao Governo Federal quanto à medida provisória, que proíbe a venda de bebidas alcoólicas em rodovias federais

| ASSESSORIA


 

Os Vereadores caarapoenses José Carlos Fagundes (PTB), Manoel Batista de Souza (DEM) e Odair José Bortoloti (PMN), encaminharam expediente aos Senadores da República Delcídio do Amaral, Marisa Serrano e Valter Pereira e aos Deputados Federais do MS, que intervenha junto ao Governo Federal quanto à medida provisória n° 415, que proíbe a venda de bebidas alcoólicas em rodovias federais e que está em vigor desde o dia 01 de fevereiro.

Segundo o vereador José Carlos Fagundes (Cobrinha), “esta medida além de inconstitucional, trará prejuízos incalculáveis para o município, não somente no que diz respeito à arrecadação dos impostos, mas também no alto número de desemprego que isto significará”.                         

No município de Caarapó, localizado a 270 km da capital, a Rodovia Federal Br. 163 corta todo o perímetro urbano, numa extensão de 04 (quatro) quilômetros, e tem nesta extensão vários restaurantes, lanchonetes, bares e similares que emprega centenas de pessoas, e tem provocado aos proprietários total desespero, pois com a aplicação da MP 415, do Governo Federal, enfatiza o vereador Manezinho, “estes proprietários e locadores dos estabelecimentos ficarão no prejuízo e correndo o risco de até fechar as portas”.

Segundo o vereador Bortoloti, “a maioria da clientela são moradores da própria cidade, e que em sua maioria freqüentam estes bares, lanchonetes, pizzarias e choperia no final de tarde, nos fins de semana, onde buscam alguns momentos de entretenimento junto aos amigos e familiares”.

Como parlamentares, acreditamos ser esta medida um contra senso, além do que os altos índices de acidentes não resultam apenas de alcoolismo, mas também de outros fatores que vão muito além destes apresentados nesta referida MP, “acreditamos que deveria ser repensado e estudado mais profundamente este caso e lembrar, que estamos falando de centenas de empregos, vários comércios que serão profundamente afetados, somente em nosso município, sem contar os milhares em todo o Brasil”, ressalta José Carlos Fagundes.

 


PUBLICIDADE
PUBLICIDADE