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Procon de Caarapó alerta sobre fraudes em exames e serviços oftalmológicos

É fundamental que as vítimas busquem auxílio presencialmente ou pelo WhatsApp (67) 3467 1303

| ASSESSORIA


Na última sexta-feira (20), Procon Municipal de Caarapó foi informado sobre uma denúncia anônima de suspeita de fraudes envolvendo equipamentos e serviços oftalmológicos no município. A denúncia, inicialmente feita à Vigilância Sanitária Municipal, resultou em diligência ao local, Espaço Garden, onde foram constatados indícios de ilícitos.

Segundo o diretor executivo do Proncon de Caarapó, Luiz Thomaz de Aquino Junior, o caso, que envolve mutirões de exames falsos, venda casada de óculos de baixa qualidade e atuação de falsos médicos, será encaminhado à Polícia Civil e ao Ministério Público para investigação detalhada.

O Procon Municipal está contatando possíveis consumidores vítimas para que medidas de ressarcimento sejam tomadas. É fundamental que as vítimas busquem auxílio presencialmente ou pelo WhatsApp (67) 3467 1303.

Principais Pontos da Denúncia

Falsos Oftalmologistas e Mutirões: Indivíduos sem qualificação médica organizam "exames de vista gratuitos" para induzir a compra de óculos superfaturados em esquemas fraudulentos.

Modus Operandi: Simulação de clínicas onde pessoas sem formação prescrevem lentes e forçam a venda casada, infringindo o Art. 39 do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Riscos à Saúde: Prescrições incorretas podem retardar o diagnóstico de doenças graves, como o glaucoma, podendo levar à cegueira.

Empresas Fictícias: Uso de endereços provisórios e falta de alvará de funcionamento para venda de produtos inexistentes.

Ação Policial: A Polícia Civil do MS investiga proprietários de clínicas e óticas envolvidos em centenas de atendimentos irregulares no Estado.

Recomendações de Segurança

Verifique se o profissional possui registro ativo no Conselho Regional de Medicina (CRM) do MS.

Desconfie de exames realizados fora de clínicas oftalmológicas reconhecidas ou hospitais.

Não compre óculos no mesmo local onde realizou o exame de vista, para evitar a prática ilegal de venda casada.

As investigações continuam e o alerta é para que a população não se submeta a procedimentos com profissionais não habilitados.


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