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Mulher surta, invade casa do ex, agride casal e coloca casaco para queimar em air fryer

Grávida, suspeita ainda agrediu o próprio namorado

| TOP MíDIA NEWS/CAROL RAMPI


Ilustrativa / Imagem gera do IA/Gemini

Uma mulher grávida de cinco meses foi levada para a delegacia na madrugada deste domingo (18) após invadir o apartamento do ex-companheiro, agredi-lo e à atual namorada dele, além de colocar um casaco para queimar dentro de uma air fryer, em Campo Grande. O caso aconteceu na Vila Nova Campo Grande e mobilizou equipes da Polícia Militar após denúncia de violência doméstica feita pelo morador do apartamento.

Segundo o boletim de ocorrência, o homem contou que dormia no imóvel junto da atual namorada e da filha de 5 anos, quando começou a receber várias ligações da ex-companheira. Após ignorar as chamadas, foi surpreendido com a mulher em frente ao apartamento tentando danificar a motocicleta da atual dele.

Ao abrir a porta, o homem afirma que passou a ser agredido com socos, chutes e mordidas. Ele apresentava hematomas nas costas, lesões nos ombros, pernas e na orelha esquerda.

Durante a entrada no apartamento, os policiais encontraram uma air fryer ligada com um casaco dentro, já começando a pegar fogo. O local estava com forte cheiro de queimado e pequena quantidade de fumaça.

A mulher foi encontrada em um dos cômodos junto da filha do casal. Conforme o registro policial, ela apresentava sinais de embriaguez e confirmou ter ligado o eletrodoméstico, mas alegou que acreditava ter desligado o aparelho.

Ainda segundo a ocorrência, um terceiro envolvido apareceu no local afirmando ser o atual namorado da mulher. Ele relatou aos policiais que os dois estavam em uma festa antes da confusão e que ela teria se descontrolado durante o trajeto de carro, tentando fazê-lo perder a direção do veículo. O homem também disse ter sido mordido no nariz pela suspeita.

A mulher foi encaminhada para a Depac Cepol sem uso de algemas. Ela apresentava escoriações nos dedos e no pescoço. A criança ficou sob os cuidados de familiares paternos.

O caso foi registrado como lesão corporal dolosa em contexto de violência doméstica, dano, incêndio em residência habitada e violação de domicílio.


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