PUBLICIDADE

Zema diz que caso Master é ‘caixa de Pandora’ e volta a criticar Flávio Bolsonaro

| MIDIAMAX


O pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) disse que o caso do Banco Master, do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso pela Polícia Federal, é uma ‘caixa de Pandora’.

Em entrevista ao Brasil Paralelo, o ex-governador de Minas Gerais voltou a criticar Flávio Bolsonaro (PL), também pré-candidato, mas sem citar nomes. “O caso Master é uma caixa de Pandora, tem coisa aí que vai continuar brotando por muitos meses, porque um celular guarda muitas informações”, comentou.

Zema disse ainda não ter como aplaudir alguém próximo do maior banqueiro bandido da história do Brasil. “Eu moro na mesma cidade dele, Belo Horizonte, onde ele nasceu, tem esposa, filhos, fez colégio. Encontrei com ele 0 vezes, nunca pediu reunião ou audiência. Eu digo que fantasma sabe para quem aparecer, nunca pediu nada porque sabia a resposta que teria. Fiquei indignado, expressei minha indignação. Para mim, quem anda com bandido merece ser visto com cautela.”

Ele respondeu ainda sobre o repasse de R$ 1 milhão feito ao partido Novo em 2022, mas colocou panos quentes na situação. “A doação ao partido Novo foi em 2022, num momento em que não havia nenhuma suspeita, ele [Vorcaro] também doou para outros partidos, deveria ter doado ao Novo até mais, foi só R$ 1 milhão; doou pouco porque sabia da nossa postura. Se ele doou, não foi com nenhuma contrapartida, porque ninguém no partido Novo nunca se comprometeu com ele a nada.”

Com relação à aliança entre PL e Novo, Romeu Zema disse que a parceria é maior na região Sul e em Goiás. “Teve gente que não achou boa minha declaração [sobre Flávio Bolsonaro nas redes sociais], mas a minha luta é pelos intocáveis. Se eu critiquei ministro próximo ao banqueiro, se meu filho estiver próximo, eu vou criticar, é questão de coerência. Teve desconforto por parte de muitos, mas não retiro o que disse.”


PUBLICIDADE
PUBLICIDADE