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Pollon vive à espera de um milagre e Contar torce para o tempo voar na briga interna do PL em MS  

| INVESTIGAMS/WENDELL REIS


O Partido Liberal (PL) continua a jornada, pelo menos até o dia 1°, para saber quem serão os dois candidatos ao Senado pelo partido. Hoje, Contar está com os pés na candidatura, mas Marcos Pollon ainda tem esperança de que Jair Bolsonaro (PL) mude tudo em uma “canetada' da prisão domiciliar.

A última forma no PL é de que Contar será o escolhido, seguindo o combinado de que pesquisas definiriam o candidato.  O presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, já até gravou um vídeo anunciando Contar e prometendo vir na convenção, marcada para o dia 1° de agosto.

Contar agora torce para que o tempo corra rápido e que não ocorra nenhuma reviravolta até lá, como aconteceu em fevereiro, quando Bolsonaro pegou todos de surpresa e anunciou Pollon como seu escolhido em Mato Grosso do Sul.

Na semana seguinte a este anúncio, Reinaldo Azambuja entrou no avião com Eduardo Riedel (PP) e partiu para Brasília, onde combinaram que manteriam o acordo de pesquisa, bem como de aliança. Na ocasião, Flávio confirmou que estaria com Riedel e Reinaldo em Mato Grosso do Sul.

Pollon, por sua vez, torce por um milagre, que lhe garantiria a vaga. Ele tem o aval de Michele e Eduardo Bolsonaro, mas as pesquisas anunciadas até o momento não lhe favorecem. Há casos que aparece atras dos pré-candidatos da coligação defendida por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Apesar das pesquisas, ele continua anunciando que é o único pré-candidato anunciado por Bolsonaro. Entretanto, Jair Bolsonaro está impedido de fazer pronunciamentos. O último causou um problema, com Alexandre de Moraes proibindo Flávio de visitar o pai.

O PL tem até o dia 1° de agosto para resolver a vida e definir os pré-candidatos do partido para estadual, federal e senado. A vaga de senador, inclusive, impacta na chapa de federal. Quem for o preterido deve integrar a chapa, praticamente montada.

O plano é fazer três cadeiras, mas hoje o partido sabe que será difícil concretizar. Se o preterido não aceitar concorrer como federal, a vida do partido ficará ainda mais difícil. Até por isso, Reinaldo tem ficado bem quietinho e jogando a responsabilidade para o diretório nacional.


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