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Caarapó

Reconstrução de quebra-molas foi necessária diz Daúria

Chefe do Demtrat, Luiz Daúria, esclarece polêmica dos quebra-molas.

| CAARAPONEWS


 

Por Silmara Diniz

Após receber recados pedindo informações e também reclamações a respeito dos quebra-molas próximo ao Supermercado Santos e em frente à Tigre Materiais para Construção, o CaarapoNews conversou com o departamento de trânsito da prefeitura municipal, na pessoa de Luiz Dáuria, que nos explicou o porquê do “entra e sai” dos redutores de velocidade nas ruas de Caarapó. 

Dáuria nos disse que os quebra-molas precisaram ser refeitos devido ao grande fluxo de caminhões que transitam na avenida Presidente Vargas diariamente. O material dos quebra-molas era de massa fria, que não resiste por muito tempo ao peso dos caminhões com carga.  

Ambos os quebra-molas, perto do Supermercado Santos e em frente à Tigre, foram retirados e feitos novamente, mas desta vez com a “massa quente”, conforme explicou Dáuria. Devido ao problema da falta de resistência dos quebra-molas, outro problema foi sanado em frente à Tigre, que era uma “montanha” [quebra-molas alto], segundo nosso leitor Naelcio Crudi.

Questionado sobre um possível desvio para aliviar o trânsito de caminhões no centro da cidade, Luiz Dáuria afirmou existir um projeto de mini-anel para levar esse fluxo de caminhões de carga para rotas na periferia da cidade, com desvio na Via Campus para a Antônio Menegatti Filho e saída final na avenida Fernando Corrêa da Costa, que segundo ele ainda não foi posto em prática porque tem alto custo e necessita de mais recursos.

Citou ainda, como alternativa, a Rua da Saudade para a saída a Dourados, que segundo ele, apesar de não ser uma solução do problema do fluxo demasiado de caminhões na avenida Presidente Vargas, ameniza a situação enquanto o mini-anel não é feito.

Em maio, outra reclamação sobre quebra-molas surgiu da moradora da Vila Jatobá, Marta Helisângela de Oliveira, pela falta do redutor de velocidade em frente à vila, que fica ao lado da rodovia MS-156, sentido Amambaí. “Todos os dias vejo o caos que se tornou a referida saída. As carretas entram na cidade em alta velocidade, pois o primeiro quebra-molas está localizado há mais de 200 metros do início do perímetro urbano”. Questionado, Dáuria explicou que por ser uma rodovia MS, a competência é do governo do Estado e só o que se pode fazer é enviar projetos, que dependem também de tramitação, mas que o contato com a Agesul já foi feito.


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