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Caarapó

Caarapó terá centro de recuperação de dependentes químicos

Está em andamento a criação da Associação Beneficente Recuperando Vidas do Vício, que consiste em um centro de recuperação de dependentes químicos na cidade de Caarapó.

| CAARAPONEWS


 

Por Silmara Diniz 

Está em andamento a criação da Associação Beneficente Recuperando Vidas do Vício, que consiste em um centro de recuperação de dependentes químicos adultos através do voluntariado. O Projeto Reviv, como é chamado, será mantido, de início, pelas doações da sociedade caarapoense e por recursos municipais.

Segundo o presidente da diretoria, Pastor Alberto Ribeiro, por enquanto o trabalho será realizado apenas com adultos dependentes químicos do sexo masculino e posteriormente o espaço atenderá também mulheres e menores de idade na mesma situação. O pastor conta que a associação pleiteia a doação de uma área pela prefeitura municipal.

A idéia do projeto surgiu da necessidade de um centro de recuperação na cidade, para não haver o deslocamento desses dependentes até a cidade de Campo Grande, por exemplo. Alberto recebe orientações do ex-dependente e hoje missionário evangélico Paulo Canuto, que fundou casas de recuperação no Brasil e também na Europa. Canuto irá inaugurar o espaço e auxiliará na parte operacional nos primeiros meses de funcionamento do Reviv.

A associação já conta com uma diretoria, que tem como presidente o próprio pastor Alberto, vice-presidente o pastor Diego Peron, secretária a advogada Andréia Carla, segundo secretário o advogado José Elnício Moreira de Souza e tesoureiros Pastora Evelyn e Nilson Fiorenza.

O conselho fiscal é formado pelos titulares, delegado Joel José da Silva e o capitão da Polícia Militar, Carlos Magno e  por suplentes,  que são a funcionária pública Márcia Amorim e Márcio Rildo, voluntário que auxilia deficientes visuais da escola Arcênio Rojas. Alberto explica que um corpo de associados será criado e que eleições serão promovidas para escolha de representantes.

A previsão é que no primeiro trimestre do ano que vem o Projeto Reviv já esteja em funcionamento. O dependente químico só freqüentará o projeto caso queira por vontade própria e conforme o pastor, “a ferramenta de libertação maior será a fé”.


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