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Caarapó

Caarapoense denuncia perfil falso no orkut

Caarapoense abriu boletim de ocorrência na Delegacia de Policia Civil local, por conta da criação de uma página falsa em seu nome no site de relacionamentos Orkut.

| CAARAPONEWS


 

Por André Nezzi

O caarapoense Robson de Oliveira, o "Vela da Camag”, 29 anos, abriu um boletim de ocorrência na Delegacia de Policia Civil local, por conta da criação de uma página falsa em seu nome no site de relacionamentos Orkut.

De acordo com Robson, alguém estaria se passando por ele através de seu nome e uma foto no Orkut, para ofender outras pessoas e até mexer com mulheres casadas. O autor também estaria utilizando inadequadamente o perfil falso para denegrir a sua imagem, associando seu nome a comunidades GLS, entre outras.

“Espero que a Polícia identifique o autor (a) dessa brincadeira sem graça que já me prejudicou e muito”, disse “Vela” a reportagem do CaarapoNews.

Segundo o advogado Paulo Reis, “se passar por outra pessoa na Internet pode até ser considerada falsidade ideológica, uma fraude criminosa prevista no artigo 299 do Código Penal Brasileiro e neste caso pode se acrescentar, ainda, a calúnia e a difamação”, afirmou.

A Polícia Civil de Caarapó investiga o caso.

Infração parecida já deu cadeia em Santa Catarina

Um advogado foi preso em Florianópolis, sob suspeita de criar perfis falsos para difamar uma pretendente e o noivo dela. Segundo a Polícia Civil, ele deve ser indiciado sob acusação de falsidade ideológica e difamação.

A prisão, realizada em uma LAN house da cidade, ocorreu após alguns meses de investigação. De acordo com a polícia, o advogado criou três perfis falsos no Orkut --dois com imagens da vítima e um com o noivo dela. No momento da prisão, foi encontrado com o suspeito um CD com fotos das vítimas.

A polícia afirma que o advogado trabalhava com a mulher no Besc (Banco do Estado de Santa Catarina) e ele "provavelmente tinha atração, amor pela vítima". "Como não era correspondido, ele começou a fazer perfis falsos no Orkut", diz o investigador André Gustavo da Silveira, do 1º Departamento de Polícia.

Em um deles, o noivo da vítima era colocado como homossexual e em outro, com o nome da funcionária do banco, havia imagens pornográficas. O terceiro perfil, com fotos "normais" da vítima, era utilizado pelo advogado para conversar com outras pessoas no Orkut.

Segundo os investigadores, não houve rastreamento do IP (protocolo de internet) do suspeito durante as investigações. Para chegar ao advogado, a vítima apresentou uma lista de nomes que poderiam ser os responsáveis pela ação. Depois, a polícia comparou o modo de escrever do suspeito em seu perfil verdadeiro e os falsos e afirma ter encontrado muitas semelhanças.

A LAN freqüentada pelo sujeito também colaborou com as investigações e monitorou suas ações nos computadores da loja. (Com informações do portal G1)

 


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