PUBLICIDADE
Caarapó

Projeto Musicalizando realiza evento em Caarapó

Tem início hoje, em Caarapó, uma série de eventos relativos ao 1° Encontro do Projeto Musicalizando.

| ASSESSORIA


 

Tem início hoje, em Caarapó, uma série de eventos relativos ao 1° Encontro do Projeto Musicalizando. Está prevista a realização de shows, palestras, workshops e recital de alunos.

De acordo com a programação divulgada pelo Departamento de Cultura e Turismo, o músico Adson Afonso realiza concerto, às 16h, no Centro da Criança. Na seqüência, às 16h30, o também músico Marcelo Fernandes profere a palestra A música acadêmica. A programação será encerrada com concerto com o músico Marcelo Fernandes, às 20h.

Na sexta-feira (5), o encontro do Projeto Musicalizando terá seqüência com a realização de concerto com Juliano Brito, às 16h, no Centro da Criança. Em seguida, o cantor Jerry Espíndola dirige workshop sobre a música sul-mato-grossense. Às 20h, o músico realiza show artístico.

No sábado, a partir das 20h, também no Centro da Criança, será realizado recital dos alunos do Projeto Musicalizando.

Os artistas

Adson Afonso iniciou seus estudos em 1995 cursando Piano e Percepção musical com a professora Maria Clara Queiroz no SESC, em Campo Grande, e começou suas atividades artísticas se apresentando em missas e festivais católicos, entre 1996/2000.

Iniciou seus estudos de Violão Erudito em 2004, pelo projeto Musicalizando, tendo como Professores Renato Nascer e Roberto Teixeira, participou de vários workshops, palestras e máster classes, entre eles a do Professor Henrique Pinto (SP), Marcelo Fernandes (SP), Eduardo Martinelli (Santos) e Marcelo Loureiro (MS).

Formou-se no curso técnico de violão erudito em dezembro de 2006 pelo Projeto Musicalizando, apresentando-se no recital de formatura como camerista e solista, no centro de convenções Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande.

Atualmente, é acadêmico do 1º ano do curso de Licenciatura Musical na UFMS, e atua como concertista e professor de Violão Erudito na academia de música Sonata e projeto Música MS.

Marcelo Fernandes é bacharel em Violão e Mestre em Artes pela Universidade de São Paulo, e tem entre seus mestres Edelton Gloeden e Edna Baldassi. Estudou também com Abel Carlevaro, de quem foi discípulo durante temporadas de estudo na cidade de Montevideo, Uruguai. Venceu os seguintes concursos de interpretação instrumental: X Concurso Nascente USP - Abril (SP, 2000); I Concurso Internacional Violão Intercâmbio (SP, 1999); XVII Concurso Latino – Americano de Violão Rosa Mística (PR, 1998); II Concurso Nacional de Violão  Musicalis (SP, 1998) e  I Concurso MOAD (Campos do Jordão, 1999).

Há mais de dez anos, empreende frutífera carreira internacional, tendo realizado inúmeros recitais e masterclasses em teatros, conservatórios e universidades na Espanha, França, Suíça, Portugal, Colômbia e Chile, dos quais destacam-se:  Universidad de Los Andes – Colômbia; Conservatório do Porto – Portugal; IV Ciclo Internacional de Guitarra de Albacete – Espanha; e Universidade de Rennes - França. Apresenta-se com freqüência em importantes salas de concerto brasileiras, tais como Auditório do MASP, Centro Cultural de São Paulo, Centro Cultural FIESP, Teatro Glauce Rocha, tendo ainda intensa atividade como docente e recitalista dentro de festivais e concursos de violão brasileiros.

De 1993 a 2004 foi professor do Conservatório Musical Villa Lobos da FITO, em Osasco  - SP, onde idealizou e coordenou o I FIVO – Festival Internacional de Violão em Osasco - e foi responsável pela produção de mais de uma centena de concertos.  Atualmente é doutorando em musicologia junto ao Departamento de Música da Universidade de São Paulo e docente efetivo da UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul -, tendo coordenado o Curso de Graduação em Música da instituição de 2005 a 2007.

Sintonizado com as múltiplas influências da cultura mundial, o cantor e compositor Jerry Espíndola consegue reprocessá-las, adicionando à receita um pouco das raízes musicais de quem habita a região do Pantanal, onde também está situada uma tríplice fronteira, que reúne Brasil, Argentina e Paraguai. 

A fusão dos ritmos ternários, extremamente populares entre os povos da bacia do rio da Prata, com o seu perfil nitidamente pop, levou-o a liderar uma tendência musical batizada como ‘polca-rock’, que obteve excelente repercussão junto ao público, e especialmente na mídia especializada.  Mas esse é apenas mais um capítulo de uma trajetória que abrange duas décadas de intensa atuação artística, inclusive como um dos mais ativos produtores culturais do centro-oeste brasileiro. Nos anos 80, em São Paulo, esteve ligado à vanguarda paulistana e ao movimento pop/rock nacional, como vocalista e compositor da banda "Incontroláveis". Nesse período registrou em vinil o trabalho do grupo, com produção do guitarrista Mário Manga e participação do compositor e arranjador Arrigo Barnabé. De volta a Campo Grande (anos 90), consolida seu trabalho credenciando-se como um dos artistas mais originais de sua geração. O vigor dessa nova música pode ser conferido em seu CD solo "Pop Pantanal", marcado por participações de expressivos artistas como Arthur Maia, Márcio Montarroyos, Teço Cardoso e Benjamin Taubikin. Em seu CD, "Jerry Espíndola & Croa / Polca-Rock", lançado pelo selo paulista Elomusic no final de 2002, suas composições em ritmo ternário e a fusão de levadas de polca, chamamé e guarânia com o rock, jazz e reggae, acrescentam à música brasileira uma sonoridade inédita. O CD conta com participações especiais de Paulinho Moska, Vange Milliet, Duofel e Tetê Espíndola.

Em 2003 lançou, em conjunto com a família, o CD “Espíndola Canta”, e o CD “O Que Virou”, com o parceiro Marcello Pettengill e vários convidados. Participou com Jerry&Croa no projeto “Viola Turbinada” do Centro Cultural Banco do Brasil (Rio e Brasília) e, com esta apresentação, foi citado pela revista “Bravo” como um dos 100 melhores shows realizados no Brasil nos últimos 8 anos. Em Mato Grosso do Sul, Jerry tem composições gravadas por mais de 20 artistas, é produtor cultural e diretor executivo da AMP (associação de Músicos do Pantanal). Como produtor artístico, assina a coletânea Pantanal 2000,  além dos  CDs de Lígia Mourão (2003) ,  Simona (2005) e Márcio de Camillo (2007).Em 2006, Jerry lança seu novo CD solo “Vértice”, apresentando músicas inéditas, e o 2° CD em conjunto com a Croa, patrocinado pelo Programa Petrobrás Cultural.      

 


PUBLICIDADE
PUBLICIDADE