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Lula e Morales aceitam idéia da criação de pólo gás-químico

| MIDIAMAX


 

O presidente Lula e o presidente boliviano Evo Morales disseram em Ladário que vão estudar a idéia de se criar um pólo gás-químico na região. O plano é antigo e poderia, segundo autoridades locais, mudar de modo radical o perfil econômico tanto do lado brasileiro quanto do território boliviano. O custo inicial do projeto atingiria algo em torno de US$ 2 bilhões e seria administrada por um consórcio binacional.

O presidente Lula e o presidente Morales prometeram empenho no programa durante os discursos que fizeram em Ladário, após solenidade na Bolívia, onde eles inauguram a obra do corredor bioceânico.

O prefeito Ruiter Cunha, do PT, não soube apontar com exatidão o número de empregos, mas garantiu que o projeto está pronto e geraria “milhares” de empregos e lucros de “milhões de reais”.

Ele explicou que já há um estudo viabilizando a idéia e que a empresa não prejudicaria o meio ambiente.

Já o governador André Puccinelli (PMDB), disse que em conversa reservada com o presidente, também pediu a criação da companhia e, por recomendação de Lula, vai mandar o projeto para análise do governo boliviano.

Transformação

Posto em prática a companhia binacional pólo gás-químico, arrecadaria dinheiro refinando o gás natural, vindo da Bolívia, e transformando-o em plástico, peças de carros, sacola de supermercado ou ainda em alguma ferramenta que fabrica um computador, por exemplo.

Com isso, a empresa geraria impostos municipais, estaduais e federais, segundo os defensores da proposta.


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