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Caarapó

Passageiro com "caneta revolver" é preso em Campo Grande

| MIDIAMAXNEWS


O detector de metais do Aeroporto Internacional de Campo Grande acusou, através de imagens da bagagem, que o vendedor Juan Sejas Cossio, 48 anos, tentava embarcar com uma "caneta revólver" hoje por volta das 3 horas. A PF (Polícia Federal) foi chamada imediatamente e o prendeu por porte ilegal de arma e tentativa de suborno já que ofereceu dinheiro aos policiais para que não fosse detido.
 

A caneta-revólver é comercializada ilegalmente no Brasil já que é vendida no mercado exterior, segundo a PF. Cossio é boliviano e tentava embarcar no voo 3775 da TAM com destino a São Paulo (SP). Não houve tumulto durante a prisão, mas hoje a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) reforçou a segurança no local. Fotografias feitas do local pela imprensa no saguão, na área de embarque, foram acompanhadas de perto pela assessoria da Infraero.  

 

Hoje, foi encontrada uma “caneta” que podia matar, no dia 22 de fevereiro de 2008, foi uma caneta que salvou a vida do empresário Marcelo Zanatta, de 24 anos, do frigorífico River. Ele sofreu atentado no estacionamento do Aeroporto Internacional de Campo Grande por volta da 0h45 quando chegava de São Paulo (SP). Ele levou quatro tiros à queima-roupa e foi salvo por uma caneta Montblanc que estava em seu bolso.

Os bombeiros do quartel do aeroporto prestaram socorro ao empresário. Ele foi alvejado na coxa, punho, região lombar e tórax, cuja caneta foi obstáculo que garantiu a sobrevivência da vítima. Um dos tiros também atingiu o relógio de Zanatta, interrompendo o percurso da bala que atingiria sua cabeça.

(Com Alessandra Carvalho) iniciaCorpo("15;12;16;13;17;14;18;15");
 

Cossio foi enquadrado no artigo 16 da Lei 10.826/03, que trata sobre porte ilegal de arma de fogo. A pena para este crime é de três anos a seis anos de reclusão. O suspeito foi ainda indiciado no artigo 333 do Código Penal (oferecer ou prometer vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício). A pena para o crime de “suborno” é de dois anos a doze anos de reclusão. 


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