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Política

André recorre à pesquisa para medir força com Zeca do PT

| MIDIAMAX


O governador André Puccinelli, do PMDB, que promete disputar a reeleição em 2010, disse na manhã desta quinta-feira (22), que prepara uma pesquisa com a intenção de comparar o seu governo com o do ex-governador Zeca do PT (1999-2006). Puccinelli assumiu o governo dois anos atrás, em 2007.
 

Já Zeca, provável adversário de Puccinelli, também tem recorrido a estudos eleitorais e propaga a idéia que dos 78 municípios, leva a pior em apenas dois, que seriam Campo Grande e Três Lagoas, cidades administradas pelo partido do governador.
 

Puccinelli disse que noutro levantamento interno sua popularidade estaria 20 pontos percentuais a frente do petista. Contudo, ele prometera um novo estudo, que deve ter o máximo de “isenção”, segundo ele. “Senão vão pensar que é marmelada”, comentou na semana passada durante evento que anunciou o início de um programa ligado à educação.
 

Por regra eleitoral, não é permitido à divulgação de números de pesquisas agora, isso seria possível somente para as interpretações partidárias.
 

“Ele [Zeca] está caindo e a tendência e cair [no caso, intenção de voto] ainda mais”, é a aposta do governador.
 

Puccinelli e Zeca, as duas maiores expressões políticas de MS desde a segunda metade dos anos 90, sempre trocaram insultos, mas as discórdias políticas entre eles têm-se acentuada nas duas últimas semanas, desde que Lula visitara o Estado.
 

O governador disse que fora convidado pelo presidente a firmar uma parceria política com o PT no ano que vem. A idéia não caiu bem entre os petistas donos de mandatos. A bancada da Assembléia Legislativa, por exemplo, repudiou o eventual pacto e ainda classificou de “suicídio político”, o plano de pactuar política com o governador.

 

Já o governador rebateu dizendo que os petistas regionais estariam com “dor de cotovelo” por ele ter sido convidado por Lula. Nesta manhã, durante distribuição de geladeiras às famílias carentes do Jardim Panorama, em Campo Grande, Puccinelli retomou o assunto.

Ele disse que uma ala do PT o quer, e apontou os nomes dos supostos simpatizantes da aliança. “O Lula me quer, a Dilma [chefe da Casa Civil], o Paulo Bernardes [ministro do Planejamento], o senador Delcídio do Amaral, o deputado federal Antonio Biffi e o vereador Cabo Almi [petistas de Campo Grande]. Eles me querem, mas vou pensar nisso lá por maio ou junho, quando chega o período das convenções”.

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