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Política

Apesar do apoio do PSDB, André fica em cima do muro

| MIDIAMAX


O governador André Puccinelli (PMDB) declarou, nesta manhã, ter ficado satisfeito com a pré-disposição do PSDB em apoiar sua candidatura à reeleição em 2010. Porém, não deu a garantias de reciprocidade que os tucanos cobraram para o candidato a presidente da República. Como se sabe, o governador vive dilema entre aliança com o PT ou PSDB.
 

“Não posso garantir reciprocidade agora. Não fechei nada com ninguém ainda. Ouvi o PSDB dizer que tem interesse em me apoiar. Porém, disse a eles o que eu já vinha dizendo, só tratarei de alianças, composições e espaços no ano que vem”, respondeu durante entrevista coletiva ao deixar evento no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande.
 

O PSDB é antigo aliado do PMDB no Estado. Os tucanos da Assembleia anunciaram ontem que estão pré-dispostos a apoiar o governador, porém querem que ele garanta palanque para o candidato do partido à presidência da República. O PSDB está entre dois nomes para o cargo, os governadores José Serra (São Paulo) e Aécio Neves (Minas Gerais).
 

Para conquistar o apoio do governador, o PSDB de Mato Grosso do Sul tem como tática relembrar a André Puccinelli que, ao contrário do PT que faz oposição, os tucanos sempre foram aliados e ajudaram o PMDB a galgar o espaço de poder que ocupa no Estado.
 

Caso não consigam palanque de André Puccinelli para o candidato a presidente, o PSDB deverá lançar candidato a governador no Estado. Por hora, o nome mais cotado é o da senadora Marisa Serrano que tem mandato até 2014 no Congresso.
 

Ela já anunciou que se necessário for entra na disputa para representar seu partido e garantir palanque para o presidenciável que a legenda escolher.

 


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