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Caarapó

Menina de 6 anos é estuprada pelo tio em Bandeirantes

| MIDIAMAX


Uma menina de seis anos de idade foi vítima de estupro em Bandeirantes. O tio dela, Osmar, de 54 anos, foi preso em flagrante como autor do crime. Ele levou a menina da cidade há um matagal à margem de uma rodovia cerca de um quilômetro da área urbana. A PC (Polícia Civil) o capturou com a menina. Ela está com os pais e recebe auxilio psicológico do conselho tutelar do município.

Osmar é irmão do pai da vítima e há vinte anos vivia em Farroupilha (RS). Nas festas de fim de ano, a mãe dos dois foi até o Rio Grande do Sul e convidou Osmar a passar uma temporada em sua casa. A mãe mora no terreno ao lado do pai da menina.

Por volta das 19h de ontem, 4 de março, o tio teria encontrado a vítima e suas duas irmãs sozinhas [os pais estavam trabalhando]. Ele as convidou a ir passear na praça. Somente a vítima foi. Após demorar algumas horas, a irmã mais velha da vítima ligou para o celular do tio, pois estava preocupada. Ele teria dito que em cinco minutos voltaria.

Os pais chegaram em casa cerca de uma hora após eles saírem, a irmã da vítima relatou o fato. Os pais, também preocupados, ligaram para Osmar, mas o telefone dava como desligado.

As polícias civil e militar foram chamadas. A busca começou. Por volta da 1h30 da madrugada de hoje, ele e a menina foram encontrados à margem da rodovia.

O investigador Augusto dos Reis acompanhou todo o caso. “Na hora que chegamos encontramos eles. Já havia acontecido o fato. A menina dizia, quando perguntada, que não tinha acontecido nada. Uma faca foi encontrada com ele”.

Acompanhada da mãe e de uma conselheira tutelar, o delegado Antenor Batista, conversou com a menina, pouco antes de ela passar por exames físicos. Foi confirmada, segundo a PC, a ruptura do hímen em menos, o que teria ocorrido em menos de dez horas.

Depois disso a menina falou o que havia acontecido. Segundo ela, o tio a ameaçava com uma faca. “Na verdade, a consumação do ato sexual não houve. O hímen foi rompido com o dedo. Isso foi relatado pela menina e por ele depois. A principio, ele negou, mas depois da menina ter sido ouvida, ele confessou”, disse o investigador Augusto.

O policial continua: “Ele é frio. O delegado perguntou se ele tirou toda a roupa, ele falou que só tinha tirado a calça. Ele narrava como se fosse um fato normal. Disse que estava sobre efeito do álcool. Ele exalava forte odor de álcool quando encontrado”.

Se condenado, ele pode pegar no mínimo seis anos. Ele foi autuado por estupro, atentado violento ao pudor, agravados por ameaça de morte e violência presumida quando a vitima é menor de 14 anos.


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