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Caarapó

Mulheres envolvidas em furtos são levadas para Dourados

Mulheres envolvidas em furtos de caminhonetes são levadas para Dourados.

| OSVALDO DUARTE/DOURADOSINFORMA


Já estão no 1º Distrito Policial de Dourados Rosimeire Aparecido dos Santos Carneiro, 24, e Tatiane Gabriel Acosta, 20, apontadas como integrantes de uma quadrilha que nos últimos 20 dias teriam furtado cinco caminhonetes e um caminhão entre Dourados, Caarapó, Juti e a Fazenda Água Boa, esta localizada na BR-163 entre Caarapó e Dourados.

As caminhonetes, incluindo o caminhão Mercedes Benz tipo graneleiro que foi furtado da Fazenda Água Boa, já teriam sido levados para o Paraguai.

Rosimeire morava na Vila Planalto, em Caarapó, e Tatiane no Jardim Água Boa, em Dourados.

Os demais envolvidos são Erique Morais Queiroz Palma, 22, morador na Vila 70, em Caarapó, Edevaldo de Carlos Pereira, 24, o “Padeiro”, amásio de Tatiana, e Arcindo Godoy Portilho, companheiro de Rosimeire.

No domingo passado, em Juti, o bando furtou uma camionete S-10 e uma moto Falco e no trevo da cidade Erique teria caído com a moto e deixou para trás o revólver e o celular. As mulheres, não tendo notícias, passaram a ligar para o telefone que foi interceptado pelo DOF e um policial se passando pelo marginal disse que estava machucado e precisando de socorro no trevo de Caarapó. As mulheres foram até o local em um táxi e chegando lá receberam voz de prisão.

O resto do bando está foragido. Tatiane disse ao repórter Osvaldo Duarte, da Grande FM, que o marido dela é que roubou e quem está pagando “o pato” está sendo ela. Ela admitiu que sabia da ação do marido, mas alegou que não participava. A única participação dela, afirmou, foi para ligar para o marido.

“Por causa dele, ele não pensa nem nos filhos dele (...) Eu pedi para ele parar, mas ele não me escutou, falei que ele ia acabar me fazendo perder a guarda dos meus filhos e nada adiantou”. O casal estava junto há um mês.

Rosimeire, por sua vez, disse que sua participação foi também ter ligado para o companheiro e passar pelo Posto Capey (BR-463, entre Dourados e Ponta Porã) e ver se havia polícia no local. Ela atuou, nesse caso, como “batedora”.

“(...) Dos outros eu não sabia, eu fiquei sabendo desse de domingo (...) Eles pediram e a gente foi (...)”. Rosimeire disse que não chegou a ver as caminhonetes e nem dinheiro.

“(...) Eu não vi nada, essa maconha que pegou lá foi de um amigo que pediu para guardar em casa e o amigo guardou (...) Pagar cana por causa do sem-vergonha, sem-vergonha porque se fosse marido, se cuidasse realmente de mim e do filho não ia fazer isso jamais (...).

Tatiane disse que mudou para o Jardim Água Boa na quarta-feira passada. “(...) Sete anos de casamento jogados fora (...)”.


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