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Second Life é a nova mania na rede - Por Silmara Diniz

| CAARAPONEWS


 

  Muitos se perguntam qual será o futuro do entretenimento e a única resposta aceitável é a de que não se sabe. Depois de febres de ICQ, messengers, fotoblogs e Orkut, a nova aposta de diversão na rede se chama Second Life. As milhares de pessoas que se cadastram diariamente vêm atraindo a atenção dos amantes da informática. Mas, afinal, o que esse jogo tem de tão especial.

 Second Life, como manda o próprio nome, é uma espécie de vida paralela, bem melhor ‘incrementada’ do que se conhece como vida comum, “real life”. Com cenário completamente lúdico, o usuário pode viver uma vida virtual, adequar suas características físicas aos avatares, ser empresário, comerciante, ficar rico, enfim, vivenciar situações cotidianas em 3D.

 O cenário do jogo é uma típica ilha, cercada de outras ilhotas e qualquer objeto encontrado pelo caminho no jogo desempenhará a sua função como se fosse real. Mas não se preocupe, mesmo que no jogo alguém atire contra você, na vida virtual não há chances de morrer e, caso o jogador queira, é possível voar e se teletransportar. O jogo não tem um objetivo específico, existem competições econômicas e sociais, como por exemplo ter mais bens, pertencer a um grupo de elite, ter um carro de luxo.

 O ambiente virtual existe desde 2003 e foi criado pela Linden Research Inc., mesmo nome dado ao dinheiro exclusivo de Second Life, o Linden dollar, que têm cotações que variam conforme as do dólar de fato. Aliás, o dinheiro virtual pode ser trocado pela moeda verdadeira e, caso o jogador necessite, há sites que vendem Linden dollars através do cartão de crédito.

 Uma não-agradável faceta do jogo é que, assim como no Orkut, o Second Life não está livre de spams, não há como se livrar das mensagens indesejáveis. Outras similaridades com o Orkut são a possibilidade de conversar com outros jogadores e a de que o usuário só pode se cadastrar se tiver mais de dezoito anos. A versão teen depende de uma mensalidade, porém garante que os adolescentes não tenham acesso a conteúdos impróprios para menores.

 Há anos já existem jogos que simulam a vida real virtualmente e um exemplo clássico é o The Sims. A diferença e a novidade estão em poder jogar em um mundo compartilhado por milhões de jogadores, ao mesmo tempo e de diversos países.


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