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Excesso de chuva em MS preocupa cotonicultores e atrasa colheita

| G1 MS


 O excesso de chuva registrado na primeira quinzena de julho nas principais regiões produtoras de algodão em Mato Grosso do Sul trouxe preocupações aos cotonicultores quanto a impactos na qualidade das plumas além de provocar atrasos na colheita da safra. As informações são do mais recente relatório do programa fitossanitário da Associação Sul-Mato-Grossense dos Produtores (Ampasul).


Na região de Chapadão do Sul, o relatório aponta que a classificação do algodão caiu em razão do grande volume de chuvas, de 41.4 para 51.4, mas que existe a expectativa que ele volte ao patamar anterior com a estiagem, e que com a queda de temperatura e luminosidade do período chuvoso, ocorreu atraso na abertura das maças.

 

O relatório destaca que mesmo com as condições climáticas pouco favoráveis, em algumas áreas de Chapadão do Sul ocorreu a colheita, com médias de produtividade variando de 280 a 330 arrobas por hectare.

 

Já na região de Costa Rica e Alcinópolis, a entidade revela que 90% das propriedades iniciaram a colheita do algodão safra, mas que o ritmo seguiu lento nesta primeira quinzena do mês em decorrência das precipitações. Alguns agricultores, inclusive, suspenderam as aplicações de maturadores e desfolhantes.

 

Em contrapartida, em São Gabriel do Oeste, a cultura está se desenvolvimento bem e apresenta bom potencial produtivo, apesar de alguns talhões já estarem na fase final de seu ciclo, enquanto outros ainda estão em fase de “enchimento das maças”. 


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