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Caarapó

Caarapó discute hoje implantação de usina

Caarapó discute hoje em audiência pública a implantação da AGRENCO, indústria de Bioenergia, no muncípio.

| ASSOMASUL


 

Conforme resolução Sema (Secretaria Estadual de Meio Ambiente) nº 004/89, acontece hoje, quinta-feira (19), em Caarapó, uma audiência pública para discutir a implantação da AGRENCO – Bioenergia, Indústria, Comércio, Óleos e Biodiesel Ltda., a ser instalada na Rodovia BR 163, Km 211. A audiência ocorrerá, às 19h no Plenário da Câmara de Vereadores. 

A Audiência Pública tem como objetivo divulgar informações, recolher opiniões, críticas e sugestões de segmentos da população interessada na implantação de determinados empreendimentos utilizadores de recursos ambientais ou modificadores do meio ambiente, com fim de subsidiar a decisão quanto ao seu licenciamento ambiental. É o instrumento formal de participação pública, sendo aberta a qualquer pessoa, no processo de Avaliação de Impacto Ambiental.

 

Conforme resolução do Conama (01/86) considera-se impacto ambiental "qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente causadas por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e o bem estar da população, as atividades sociais e econômicas, a biota; as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente e a qualidade dos recursos ambientais".

 

Em sociedade com o grupo japonês Marubeni Corporation, a Agrenco está à frente de um dos maiores projetos de biodiesel anunciados até agora no país. Em dois anos, suas três fábricas – Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná – deverão atingir uma produção de 380 milhões de litros por ano de biodiesel, feitos a partir de soja, outras oleaginosas e gordura animal.

 

O Grupo Agrenco foi criado a 15 anos na França, e hoje, sua sede é na Holanda. É especializado em fornecer soluções integradas e personalizadas a seus clientes e parceiros na área do agronegócio.

 

A Agrenco planeja que grande parcela da produção de sementes oleaginosas venham de cooperativas locais, promovendo assim, o desenvolvimento regional e a inclusão social. Sua capacidade de esmagamento de soja é de 500.000 ton/ano, o necessário para produzir 100.000 ton/ano de biodiesel, 350.000 ton/ano de farelo de soja e geração de energia elétrica de 100.000 MWh/ano.

 


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