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Caarapó

Curso abordou o autismo em Caarapó

Termina hoje, em Caarapó, o curso de Educação de Autistas. Uma proposta pedagógica possível, promovido pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), em parceria com a Secretaria Municipal de Educação.

| ASSESSORIA


 

Termina hoje, em Caarapó, o curso de Educação de Autistas Uma proposta pedagógica possível, promovido pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), em parceria coma Secretaria Municipal de Educação. Os assuntos abordados são relativos às diferenças no estilo cognitivo, estilos de pensamento e processo de discriminação e realização no autismo, e estão sendo debatidos sob a coordenação da pedagoga Diva Aracelis Delosi Rocha, de Assis-SP.

A cerimônia de abertura do evento foi realizada ontem pela manhã, na Câmara de Vereadores, com a presença da secretária municipal de Ação Social, Ivete Gilda de Paula Gimenes, que representou o prefeito Mateus Palma de Farias (PR), do secretário de Educação e Esportes, Ismael Martins Guevara, do vice-presidente da Apae, Leônidas Ignácio Moreno, da diretora-administrativa da Escola de Educação Especial “Júlio César Nobre”, Marinalva de Souza Farias da Costa, do secretário municipal de Saúde, Paulo César Gonçalves, e da auto-defensora da Apae, Maria Girlene da Silva.

O curso – dirigido a educadores, pais e coordenadores das redes municipal e estadual de ensino, Apae e representantes do Núcleo de Educação Especial da Secretaria de Estado de Educação em Caarapó -, prossegue hoje, até o meio-dia, na Câmara de Vereadores. No período da tarde, serão realizadas oficinas no salão de eventos da Apae.

A mensagem transmitida aos participantes do curso ressalta que os sistemas de ensino devem se transformar para realizar uma educação inclusiva, que responda à diversidade dos alunos sem discriminação. Assim, o curso tem a finalidade de qualificar a prática pedagógica para o atendimento educacional de pessoas com autismo.

O trabalho do educador com pessoas portadoras de autismo é fundamentalmente o de ver o mundo através de seus olhos e usar esta perspectiva para ensiná-los a funcionar inseridos em nossa cultura, de forma o mais independente possível.

Enquanto não pudermos curar os déficits cognitivos subjacentes ao autismo, é pelo seu entendimento que poderemos planejar programas educacionais efetivos na função de vencer o desafio deste transtorno do desenvolvimento tão singular que é o autismo.

A melhor forma de traduzir a implementação da “cultura do autismo” pode ser resumida em uma frase: “Não é a criança que deve entender o método, mas é este  - o método -que deve ajudá-la a entender o mundo.”


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