Odilon lidera seguido de perto por adversários na capital, diz nova pesquisa
Empate técnico persiste em levantamento que ouviu 600 pessoas somente em Campo Grande
Em nova rodada de pesquisas para o Governo do Estado, André Puccinelli (MDB) viu a rejeição aumentar durante a prisão, que enfrenta desde sexta-feira (20). Por outro lado, no mesmo período, o número de indecisos em Campo Grande disparou. Os dados constam em levantamento feito pelo Itope (Instituto TopMídia de Pesquisas).
Conforme a pesquisa, que ouviu 600 pessoas na Capital, na intenção de votos estimulada para o Governo do Estado, a situação é de total empate técnico, numa disputa mais que embolada. Odilon de Oliveira (PDT) tem 21%; André, 19% e Reinaldo Azambuja, 18%. Como a margem de erro do levantamento é de quatro pontos porcentuais, para mais ou para menos, os três estão tecnicamente empatados.
Suel Ferranti, do PSTU, aparece em quarto lugar, com 0,8% das intenções de votos; seguido de Humberto Amaducci (PT), com 0,7%, e Adalton Garcia (PRTB) tem 0,3%. Indecisos somam o maior número de eleitores, com 23,2%. Branco e nulo ficaram com 17%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 21 de julho de 2018 e registrada no TRE/MS sob o nº MS-00818/2018 e no TSE/MS sob o nº BR-06958/2018. Data do registro: 16/07/2018.
REJEIÇÃO
Entre junho e julho, quando o Itope começou a divulgar os levantamentos, Puccinelli viu a rejeição subir, de 19 para 21%. O levantamento de julho foi realizado entre os dias 17 e 21 do mês, e André foi novamente preso no dia 20. O aumento da rejeição pode mostrar justamente o começo do impacto da nova ação da Polícia Federal.
A pesquisa de junho foi também feita com 600 pessoas na Capital, realizada de 18 a 21 de junho, sob os números 06595/2018 – TRE-MS e BR-00798/2018 – TSE.
O SOBE E DESCE
Na oscilação entre junho e julho, quem mais disparou mesmo foram os indecisos, de 12% para 23,2% no levantamento estimulado. O líder da intenção de votos, Odilon, oscilou de 25% para 21%; Puccinelli caiu de 23% para 19% e Reinaldo alterou de 22% para 18%. Um empate técnico novamente.
Brancos e nulos ficaram em 17%, contra 15,6% no mês passado. Pelo menos da Capital, quem convencer os indecisos tende a ganhar o pleito no maior colégio eleitoral de Mato Grosso do Sul.



