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Caarapó

Máxima de Dourados terá ala para presos perigosos


 O Estabelecimento Penal de Segurança Máxima (EPSM), da Capital, e a penitenciária de segurança máxima Harry Amorim Costa, de Dourados, vão ganhar alas especiais para presos de alta periculosidade, investimento de R$ 6 milhões em verbas federal e estadual.

O projeto prevê a construção de celas individuais ou duplas para internos considerados de risco, para a manutenção da ordem e segurança nos estabelecimentos penais. O regime disciplinar será diferenciado do executado no restante do presídio.

 Os agentes não terão contato direto com os presos, que serão constantemente monitorados. As novas alas não irão aumentar o número de vagas nos presídios beneficiados, e sim, a segurança dos internos e da sociedade.

 “Assim, nós vamos combater o crime organizado e acabar com as lideranças negativas no sistema penal”, explicou o diretor-presidente da Agepen, Luiz Carlos Telles. Na ala de Campo Grande serão investidos mais de três milhões de reais, sendo R$ 2,9 mi do governo federal e R$ 300 mil do governo estadual.

 Em Dourados, o valor é um pouco maior: R$ 3,4 mi do governo federal e R$ 340 mil do governo estadual. Os recursos já foram liberados e a licitação para os interessados em executar as obras deve ser aberta em breve pela Agesul. A previsão é que as construções comecem em 40 dias.


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