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A segunda vaga para o Senado no time de Riedel e Azambuja está sendo dispu... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (19)

| CORREIO DO ESTADO / FELPUDA


Diálogo - Foto: Arquivo / Correio do Estado

Winston ChurChill - estadista britânico

O vício inerente ao capitalismo é a distribuição  desigual de benesse; o do socialismo  é a distribuição por igual das misérias”.

Felpuda

A segunda vaga para o Senado no time de Riedel e Azambuja está sendo disputada a cotoveladas, como a população está vendo. “Dá de um tudo”: os que sonham com a reeleição;  os que desejam voltar ao Céu, como é chamada aquela Casa,  em razão das inúmeras mordomias, depois de anos “no sereno”;  os derrotados nas urnas após um período reinando; e os oportunistas, que fingem que disputarão, tumultuam  o meio de campo e depois comercializam o passe.  Como disse o filósofo Sêneca: “Na vida pública, ninguém olha para os que estão pior, mas apenas para os que estão melhor”.

Novamente

À exceção dos partidos  de esquerda em MS e outros de pouca ou nenhuma expressão no cenário político, os demais deverão estar no palanque de reeleição do governador Eduardo Riedel.  Segundo alguns parlamentares,  a previsão é de que no time  poderão marcar presença a federação PP-União Brasil, PL, Republicanos, MDB, PSB, o que restar do PSDB e o Podemos (atualmente, um braço do PSDB). Hoje, esses partidos  fazem parte da base aliada  do gestor estadual. 

Interesse

Embora tenha o apoio do MDB nacional para ser candidata ao Senado, a ministra Simone Tebet enfrenta resistência interna em nível estadual. Ela, que é convicta admiradora de Lula, está pisando em ovos diante do “paredão” do seu partido anti-PT, mas demonstra que vai tentar se cacifar mesmo assim. Quando disputou a Presidência da República, obteve total de 79.719 votos em MS e em Três Lagoas,  sua terra natal, teve 3.590 votos.

Base

De acordo com esses parlamentares, tais partidos  não teriam nome com potencial para disputar o governo do Estado.  Até mesmo a oposição vem batendo a cabeça para apresentar um nome que, ao menos, possibilite eleger deputados estaduais e federais, uma vez  que, até o momento, encarar a briga na majoritária está difícil. Vale lembrar que integrar base aliada em uma administração representa participação em secretarias, cargos e indicações para fundações, entre outros.

Vou... Não vou

Por querer alçar voos mais altos e não encontrando respaldo em suas pretensões, o deputado Marcos Pollon vinha conversando com o Partido Novo, que estaria interessado em seu nome para a disputa a um dos cargos majoritários, governo ou Senado. Nos meios políticos, porém, fala-se que o parlamentar estava querendo forçar a barra ao dizer que sairia do PL. Ele, que cumpre seu primeiro mandato, foi o mais votado em Campo Grande e em MS em 2022. Daí acredita que reuniria potencial suficiente para a disputa. Dizem ainda  que, se encerrar a carreira política, deverá se mudar para os EUA.

 

Tabuleiro

Estão previstas para o fim  deste mês as últimas mexidas  no tabuleiro das eleições de 2026.  O ex-governador Reinaldo Azambuja deverá se filiar ao PL, até porque, pelas articulações, dificilmente voltará atrás, enquanto o governador Eduardo Riedel caminha em direção  ao PP, mas poderá mudar  de rumo. Com as definições  dessas duas lideranças,  os demais partidos,  sem exceção, vão começar  a buscar as devidas alianças.

Hipótese

Embora faça sinalização de estar indo em direção ao PP, mas sem nada a comentar a respeito,  o governador Riedel, segundo  os bastidores, poderá também fazer sua escolha pelo Republicanos. Esse partido  tem como principal nome  à Presidência da República, caso seja mantida a inelegibilidade  do ex-presidente Bolsonaro (PL),  o governador de São Paulo,  Tarcísio de Freitas.

Cotação

O nome do vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, continua em alta cotação para as futuras eleições. Embora seu cargo esteja sendo cobiçado por partidos em eventual aliança, o que se fala nos meios políticos é que compor chapa à reeleição de Riedel pode ser uma realidade. O fato é que sua fidelidade ao governador, sem tramoias políticas nos bastidores, vem sendo levada em grande conta. Como disse experiente homem público, dando um exemplo, politicamente falando: “Sabe aquele cara que todo pai quer para genro? Esse cara seria o Barbosinha”.

 














































































































*Colaborou Tatyane Gameiro


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