Acusado em post processa Ana Castela e cobra R$ 700 mil na Justiça
Homem diz ter perdido empregos e sofrido ataques após exposição de caso de cavalo mutilado
| GABI CENCIARELLI / CAMPO GRANDE NEWS
A cantora Ana Castela virou ré em uma ação indenizatória movida por Dalton de Oliveira Rodrigues Vieira, que pede mais de R$ 700 mil por danos morais após ser exposto nas redes sociais em uma publicação relacionada a maus-tratos contra um cavalo. As informações foram divulgadas pelo Metrópoles nesta sexta-feira (24).
Segundo a coluna de Fábia Oliveira, o processo foi protocolado em fevereiro deste ano e cita um story publicado pela artista, no qual Dalton teria sido chamado de “criminoso' e apontado como cúmplice em um caso ocorrido em Bananal (SP), no interior de São Paulo, em 2025.
De acordo com a ação, Dalton afirma que não praticou maus-tratos, não incentivou a violência e tampouco filmou o episódio. Ele sustenta ainda que, no processo criminal relacionado ao caso, o único condenado foi Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz, enquanto sua participação teria ocorrido apenas como testemunha.
Na Justiça, o autor acusa Ana Castela de promover uma campanha de linchamento virtual ao publicar a acusação sem checar os fatos. Conforme relatado no processo, a postagem teria sido amplamente compartilhada por terceiros, causando prejuízos pessoais e profissionais.
Dalton afirma que perdeu dois empregos após a repercussão do caso e passou a enfrentar abalos psicológicos, necessitando de acompanhamento médico e afastamento das atividades.
Além dos R$ 700 mil por danos morais, ele pede cerca de R$ 61 mil por lucros cessantes, valor referente à renda que teria deixado de receber com a demissão. Também solicita que a cantora faça retratação pública.
Ainda segundo o Metrópoles, o autor informa que há uma apuração criminal paralela para investigar possível prática de calúnia, difamação, injúria e ameaça. A equipe de reportagem do Campo Grande News tentou contato com a assessoria da cantora, mas até a publicação não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestações.



