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Empresa demite funcionário que sugeriu fuzilar filhas de Flávio Bolsonaro

Estabelecimento disse que reafirma compromisso com ética e respeito

| TOP MíDIA NEWS/THIAGO DE SOUZA


Caio Anjo Fernandes foi demitido / Reprodução X

A empresa de tecnologia Intelbras de Santa Catarina anunciou a demissão do ex-funcionário Caio Anjo Fernandes por ter sugerido numa publicação no X o fuzilamento das duas filhas de Flávio Bolsonaro, de 12 e 14 anos. 

Comentando um tweet de outra pessoa sobre as duas filhas de Flávio Bolsonaro, Caio Anjo Fernandes escreveu: ''Protocolo Romanov nelas sem mais delongas''.

O tweet foi entendido na rede social como uma referência ao fuzilamento dos membros da antiga família imperial russa, os Romanov, durante a Revolução Comunista de 1917.

Em julho de 1917, tropas do Exército Vermelho levaram os membros da família para o porão de uma casa em Ecaterimburgo e fuzilaram diversos deles. Foram mortos o então Czar Nicolau II, a Czarina Alexandra e os cinco filhos deles, entre outras pessoas. A execução foi autorizada pelo governo de Vladimir Lênin.

''A Intelbras informa que o profissional envolvido em publicações recentes em redes sociais não integra mais o quadro de colaboradores da companhia. Reafirmamos nosso compromisso com a ética, o respeito e os princípios estabelecidos em nosso Código de Ética e Conduta'', disse a empresa, em nota.


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