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MPT cobra providências de prefeitura após ameaça de demissão e pressão para presença em reunião política

| INVESTIGAMS/WENDELL REIS


Segunda a denúncia, os servidores que não comparecessem aos encontros poderiam ser vítimas de mudanças na rotina de trabalho e até não terem o contrato renovado.

O Ministério Público do Trabalho determinou que a Prefeitura de Rio Negro, administrada por Henrique Ezoe (PSDB), adote providências para coibir assédio eleitoral.

A recomendação parte de denúncia de que chefe na Secretaria Municipal de Obras estaria usando grupos de trabalho para exigir a presença de funcionários em reuniões políticas. 

Segundo a denúncia, os servidores que não comparecessem aos encontros poderiam ser vítimas de mudanças na rotina de trabalho e até não terem o contrato renovado.

O Ministério Público determinou que a prefeitura tome providências para evitar o assédio eleitoral:

Os alertas devem ser divulgados em e-mails, murais e grupos de comunicação do Poder Executivo e o não cumprimento pode resultar em ação judicial.

A prefeitura informou que já cumpriu a determinação do Ministério Público, com ampla divulgação, e que abriu sindicância para avaliar a conduta denunciada.

 


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